MEGA POLO MODA COMPLETA 21 ANOS E SE CONSOLIDA COMO SHOPPING PHYGITAL

Empreendimento inaugura nova fase e se consolida como hub de inovação, IA e live commerce para o atacado de moda

Tradicional polo atacadista localizado no Brás, região historicamente responsável por movimentar grande parte do comércio de moda no Brasil, o Mega Polo vive a transformação mais profunda de sua trajetória e inaugura uma nova geração de shopping voltado ao setor.

Com mais de duas décadas de operação como centro de compras B2B, o empreendimento passa a assumir um papel ampliado no mercado, posicionando-se como um hub de inovação, tecnologia, conteúdo e negócios para o atacado de moda.

O novo momento é sustentado por resultados expressivos. O Mega Polo encerrou 2025 com crescimento estimado de 15% no faturamento, vacância praticamente zerada, aumento do ticket médio que passou de R$170 para R$190, e fluxo mensal próximo de 1 milhão de pessoas, com picos de até 60 mil visitantes em um único dia. Mais do que números positivos, os indicadores refletem uma mudança estrutural no modelo de operação do empreendimento.

Sem abandonar sua essência como referência nacional no comércio de moda, o Mega Polo passa a operar como um verdadeiro Live Center, integrando varejo físico, tecnologia, produção de conteúdo, dados e novas dinâmicas de consumo em um único ecossistema. A abertura aos finais de semana, o atendimento também ao consumidor final e a ampliação do mix de operações reforçam o conceito de “tudo em um só lugar”, aumentando o tempo de permanência no shopping e criando novas oportunidades de vendas para as cerca de 150 marcas instaladas no complexo.

“O comércio vive de fluxo. Então, o que nós estamos preservando aqui é justamente o fluxo. A estratégia não é substituir a moda, mas ampliar o ecossistema, trazer inovação e criar novas oportunidades de negócios para os lojistas”, afirma Antônio Almeida, diretor de marketing do Mega Polo.

NOVOS ESPAÇOS E FUNCIONALIDADES AOS LOJISTAS

Dentro desse reposicionamento, o empreendimento também passa a incorporar a inteligência artificial como um dos pilares centrais de sua estratégia. Em parceria com a empresa Venda & Cia, o shopping implementa um ecossistema de IA voltado especialmente para o atacado de moda, transformando o WhatsApp principal canal de vendas do setor  em uma plataforma inteligente de gestão comercial.

A arquitetura tecnológica foi desenvolvida em quatro camadas que atuam desde a atração e qualificação de leads até a automação operacional e a inteligência gerencial. A solução inclui assistentes de vendas automatizados, curadoria inteligente de produtos, organização de pedidos fora do horário comercial e sistemas de análise que transformam conversas em dados estratégicos para apoiar decisões de estoque, compra e reposição.

Os testes iniciais indicam potencial de aumento de ticket médio entre 15% e 25%, redução de custos operacionais de até 30%, diminuição de capital parado em estoque em até 20% e taxas de engajamento que chegam a 22% poucas horas após os disparos de comunicação, evidenciando o impacto direto da tecnologia na performance comercial das marcas.

“O Mega Polo deixa de ser apenas um endereço físico de compras para se tornar uma plataforma de negócios, tecnologia e conteúdo para o atacado de moda. Estamos construindo um ecossistema onde dados, inteligência artificial, experiência presencial e produção digital trabalham juntos para escalar vendas e profissionalizar o setor”, complementa Almeida.

Live Center, um dos novos espaços no Mega Polo, direcionado ao social commerce./ Divulgação

Paralelamente à implementação da inteligência artificial, o shopping também lança um projeto phygital inédito no país que conecta o ambiente físico do Brás ao universo do social commerce e do live commerce.

Desenvolvida em parceria com a Vitrines do Brasil e o UOL Host, a iniciativa integra produção de conteúdo, estúdios de live, estratégias de afiliados e conexão com marketplaces e plataformas digitais como o TikTok Shop.

O projeto transforma o Mega Polo em um hub nacional de inovação para o setor de confecção, conectando marcas, lojistas, influenciadores, afiliados e compradores em uma plataforma escalável que une vendas físicas e digitais em uma única jornada.

O movimento acompanha uma transformação global no varejo. Segundo a ABComm, o e-commerce brasileiro já ultrapassou R$185 bilhões em faturamento anual, enquanto o live commerce movimenta centenas de bilhões de dólares no mundo, com forte crescimento na Ásia e expansão acelerada nos Estados Unidos e na América Latina. Nesse novo cenário, o social commerce, modelo que integra conteúdo, influência e compra dentro da mesma experiência digital vem redefinindo a forma como consumidores descobrem e adquirem produtos, especialmente no segmento de moda.

Com a nova estrutura, o Mega Polo passa a oferecer estúdios de transmissão ao vivo, programas de capacitação para lojistas, workshops com especialistas do mercado digital e uma rede profissional de afiliados preparados para atuar em plataformas de social commerce.

O projeto também democratiza o acesso ao Brás ao permitir que marcas de diferentes regiões do país mantenham presença no Mega Polo por meio de amostras, araras digitais interativas e participação em lives e marketplaces integrados. Dessa forma, polos produtores como Santa Cruz do Capibaribe (PE), Goiânia (GO) e Monte Sião (MG) passam a ter visibilidade nacional dentro do ecossistema do empreendimento.

Ao combinar tradição, tecnologia, inteligência artificial e novas estratégias de vendas digitais, o Mega Polo inaugura um modelo inédito no setor e se posiciona como um shopping orientado para o presente e para o futuro do comércio de moda. Mais do que um centro de compras, o empreendimento passa a operar como uma plataforma de inovação capaz de transformar fluxo em conteúdo, dados em estratégia e presença física em escala de vendas.