Multinacional apresentará ecossistema tecnológico para a moda durante a principal feira do setor no Agreste Pernambucano, o segundo maior polo têxtil do país
De olho no futuro da moda, a multinacional ítalo-brasileira Audaces apresentará na Agreste Tex 2026, que ocorre de 14 a 17 de abril, em Caruaru (PE), um ecossistema de soluções voltado para todas as etapas de produção de confecções, da criação ao pós-venda. Em sua oitava edição, a feira é o principal evento do setor no Agreste Pernambucano, o segundo maior polo têxtil do país.
Referência em digitalização e automação para a moda, a Audaces busca ampliar sua presença em mercados regionais com alta concentração produtiva e potencial de avanço tecnológico, como o Polo do Agreste Pernambucano, que reúne principalmente pequenas e médias confecções. “Os negócios que encontramos em Caruaru, e nas demais cidades que integram o Polo, representam um ambiente estratégico para a aplicação de ferramentas, tanto em software como hardware, buscando ampliar a competitividade do setor”, afirma Rener Agostini, gerente de vendas da companhia. “São soluções que contribuem para uma operação mais ágil e orientada por dados, ampliando resultados assertivos e otimizando tempo e recursos. Além disso, democratizam o acesso à tecnologia, pois estão acessíveis desde o pequeno atelier às grandes marcas.”

O direcionamento da Audaces para o futuro da moda também está no incentivo a novos talentos. Pensando nisso, a companhia apoia a estudante Erika Rayssa Maria dos Santos, uma das finalistas do concurso Brasil Fashion Designers 2026. O vencedor será conhecido no dia 14 de abril, em desfile dentro da programação da Agreste Tex.
Natural de Igarassu (PE), a estudante do curso técnico em Vestuário do SENAI de Paulista (PE) desenvolveu uma coleção que busca traduzir o invisível na música popular brasileira. Erika explica que sua intenção foi “dar forma ao som, à emoção, à batida, às notas e à melodia” para criar uma conexão profunda com o público. “A tecnologia fez toda a diferença para conseguir chegar a este resultado. Acredito que ela é o futuro, e evoluir com ela é essencial”, destaca a finalista.
Para Agostini, a integração de ferramentas avançadas com o apoio a novos profissionais define a sustentabilidade da cadeia têxtil. “Ao digitalizar processos desde a criação até a entrega final, as indústrias elevam a eficiência operacional e a economia de recursos”, diz. Simultaneamente, o fomento ao talento humano garante que o setor permaneça criativo e preparado para as demandas de um mercado globalizado, sem perder sua essência criativa.
