RIACHELO REGISTRA LUCRO RECORDE NO 2T26 E SUSTENTA CRESCIMENTO DO VESTUÁRIO PELO 12º TRIMESTRE CONSECUTIVO

Companhia alcança EBITDA consolidado de R$461 milhões e combina avanço de 7,8% no SSS de Vestuário com margem bruta de vestuário recorde de 59,2%, refletindo a consistência da execução e a evolução da rentabilidade

A Riachuelo (B3: RIAA3), grupo que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s e Midway Financeira, divulgou nesta quarta-feira, 05 de agosto, os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26). Mantendo a trajetória consistente de evolução dos resultados ao longo do primeiro semestre, a companhia reforça os avanços obtidos em sua estratégia de transformação e consolida um modelo operacional cada vez mais eficiente e integrado. No período, registrou lucro líquido recorde de R$168 milhões, o maior já alcançado para um segundo trimestre, sustentado pelo fortalecimento da operação de moda, pela evolução consistente dos Serviços Financeiros e pela disciplina na alocação de capital.

O principal destaque do trimestre foi a evolução de Vestuário, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade. O Same Store Sales (SSS) da categoria avançou 7,8%, alcançando o 12º trimestre consecutivo de crescimento, mesmo com a forte base de comparação de 15,8% do 2T25. A margem bruta atingiu 59,2%, recorde para um segundo trimestre e o 11º trimestre seguido de expansão. O desempenho impulsionou o EBITDA de Mercadorias para R$342 milhões, alta de 14,7% na comparação anual e resultado recorde para um segundo trimestre, com margem EBITDA de Mercadorias de 17,0%, a maior dos últimos 11 anos.

A Midway manteve sua estratégia de crescimento com disciplina na concessão de crédito e foco na qualidade da carteira. A receita bruta cresceu 7,0% e o EBITDA atingiu R$119 milhões, alta de 7,2% em relação ao segundo trimestre de 2025, sustentado pela expansão da carteira e pela manutenção de indicadores de risco em níveis controlados.

Esse desempenho se refletiu diretamente nos resultados consolidados da companhia. O EBITDA consolidado atingiu R$461 milhões, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2025. A margem EBITDA ajustada alcançou 17,1%, o maior patamar para um segundo trimestre dos últimos 12 anos, refletindo ganhos contínuos de eficiência operacional e maior captura de valor ao longo da operação. O lucro líquido atingiu R$168 milhões, crescimento de 36,2% em relação ao 2T25 e maior patamar histórico para o período.

“Os resultados mostram a força dos nossos core business e a consistência da estratégia que temos executado. Conseguimos combinar crescimento das vendas, expansão das margens e um lucro recorde para um segundo trimestre, ao mesmo tempo em que seguimos investindo na marca, na experiência dos clientes e na evolução da nossa operação. Esse equilíbrio é o que sustenta nosso crescimento e nos dá confiança para continuar avançando ao longo do segundo semestre”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.

NOVA FASE DE EXPANSÃO

O desempenho também é sustentado pelos investimentos contínuos na evolução da experiência do consumidor e na expansão da rede. A companhia entra em uma nova fase de crescimento com a conclusão da transformação da unidade do ParkShopping Barigui, em Curitiba, que passa a ser a primeira loja full da Riachuelo no conceito Incrivelmente Brasil.

O novo conceito ganhará tração ao longo do segundo semestre, reforçando o fortalecimento da marca na jornada do cliente e impulsionando a produtividade da rede. Como parte desse movimento, a companhia prevê entre 15 e 20 inaugurações e reformas até o fim do ano, acelerando a modernização de lojas estratégicas e ampliando a consistência da experiência oferecida aos consumidores.

“Seguimos entregando evolução consistente dos indicadores financeiros, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade com disciplina na gestão de despesas e na alocação de capital. O avanço contínuo da eficiência operacional e o rigor financeiro fortalecem nossa capacidade de sustentar o crescimento e gerar valor para os acionistas no longo prazo”, comenta Miguel Cafruni, CFO da companhia.

Com os resultados do 2T26, a Riachuelo consolida um primeiro semestre marcado pela combinação entre crescimento, rentabilidade e disciplina na execução. A evolução dos indicadores financeiros, aliada aos investimentos em produto, experiência e marca, reforça a estratégia da companhia de gerar valor sustentável no longo prazo.

Foto: DIvulgação