Projeto reaproveita 12 toneladas de resíduos da produção da Palmilha Fisioflex, reduz emissões de CO₂ e reforça estratégia ESG da marca
A Calçados Bibi encontrou uma nova forma de unir inovação, conforto e sustentabilidade dentro da sua unidade fabril. A marca passou a reaproveitar resíduos gerados durante a produção da exclusiva Palmilha Fisioflex para criar uma versão reciclada deste item, reduzindo descarte industrial, diminuindo emissões de CO₂ e fortalecendo sua estratégia ESG. Desenvolvida para proporcionar às crianças a sensação de andar descalço e apoiar o desenvolvimento natural dos pequenos, a palmilha faz parte do propósito da Bibi em ampliar o impacto positivo da inovação ao incorporar práticas de economia circular ao processo produtivo.
Implementada em setembro de 2024, a iniciativa surgiu a partir do projeto interno Ninho de Inovação, desenvolvido pelos Grupos de Melhoria Contínua (GMC) da companhia. A proposta nasceu do desafio de encontrar soluções mais sustentáveis para as sobras geradas no processo fabril, transformando resíduos industriais em nova matéria-prima. Por meio de um processo de micronização realizado em parceria com fornecedores especializados, as aparas de espuma e tecido geradas durante a fabricação da Palmilha Fisioflex original retornam ao próprio ciclo produtivo e se transformam na base para a nova versão reciclada.
Desde a implementação do projeto, mais de 12 toneladas de resíduos já foram reaproveitadas, gerando cerca de 12.800 m² de material reutilizado na produção das novas palmilhas. A ação também permitiu o reuso de 31% da matéria-prima que antes era descartada e evitou a emissão de 70,77 toneladas de CO₂ equivalente.
“A utilização da Palmilha Fisioflex reciclada se conecta diretamente à nossa estratégia ESG ao transformar resíduos industriais em nova matéria-prima e reduzir a necessidade de insumos virgens. Com isso, conseguimos fechar o ciclo produtivo da palmilha, aumentar a eficiência operacional e contribuir para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa”, afirma Anderson Alves, gerente de Sustentabilidade da Calçados Bibi.
Além dos impactos ambientais positivos, a iniciativa trouxe ganhos operacionais relevantes para a empresa. A Bibi registrou economia superior a R$ 230 mil na compra de matéria-prima, além de reduzir custos com coprocessamento e otimizar processos produtivos sem a necessidade de grandes investimentos industriais.
Para Andrea Kohlrausch, presidente da Calçados Bibi, projetos assim mostram como a inovação pode gerar impacto positivo dentro e fora da empresa. “Inovar também é encontrar novas formas de cuidar do futuro das crianças. Quando conseguimos transformar resíduos em novas possibilidades, reforçamos nosso compromisso com práticas mais responsáveis e alinhadas às transformações do mundo”, destaca.
