Tecnologias que ganham visibilidade em campanhas de entretenimento já fazem parte da jornada de compra e ajudam consumidores na escolha de looks
Na divulgação da sequência de O Diabo Veste Prada, que estreou em abril, uma das ações de marketing trouxe um provador virtual como parte da experiência digital. No conteúdo, criado pelo Google, os personagens Amari e Nigel (interpretados por Simone Ashley e Stanley Tucci) utilizam a ferramenta na busca pelo look ideal.
Durante o vídeo, a dupla escolhe uma produção para um evento. Ao pesquisar por algo “chique e digno de passarela”, Nigel recorre ao recurso para visualizar diferentes opções diretamente no corpo de Amari, tornando o processo mais prático e visual.
Embora a tecnologia apareça no contexto da campanha, soluções como essa já fazem parte da realidade do varejo. A Renner, maior varejista de moda do país, é um exemplo. A companhia implementou em seu e-commerce um provador virtual com inteligência artificial (IA) que permite simular o caimento das peças em diferentes perfis e contextos.
“A tecnologia foi desenvolvida para reduzir barreiras na jornada do cliente, pois oferecer uma experiência assistida que aproxima o ambiente digital da experimentação da loja física, traz mais segurança na decisão”, afirma o Chief Digital Officer (CDO) da companhia, Flavio Reis.
A funcionalidade, que está disponível nos canais digitais da marca, possibilita que o cliente visualize as roupas a partir de uma imagem de referência, de forma simples e rápida. O objetivo é apoiar a escolha por meio de maior familiaridade com o produto, comparação visual e inspiração de combinações.
Os resultados já demonstram impacto: cerca de 500 mil pessoas utilizaram a solução, com aumento na taxa de conversão entre usuários que acessaram o recurso em comparação aos que visualizaram os mesmos itens sem a ferramenta.
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