Instituto Aflora abre as duas últimas turmas de 2026 do Entrepontos, em São Paulo
O Instituto Aflora está com seleção aberta para as duas últimas turmas de 2026 do programa Entrepontos, iniciativa de formação gratuita em costura que transforma o fazer manual em uma ferramenta de desenvolvimento humano, empreendedorismo e geração de renda. As aulas estão previstas para a primeira semana de setembro, em São Paulo.
Idealizado por Cintia Cavalcante, o Instituto Aflora nasceu com a missão de transformar vidas por meio da costura, promovendo autonomia financeira, fortalecimento da autoestima e capacitação profissional. Mais do que ensinar técnicas, o projeto conecta conhecimento técnico, desenvolvimento pessoal e empreendedorismo, preparando os participantes para atuar na economia criativa.
“A costura tem o poder de transformar vidas. Quando ensinamos uma técnica, também ajudamos pessoas a descobrirem novas possibilidades, reconstruírem sua autoestima e encontrarem uma fonte de renda. Nosso propósito sempre foi criar oportunidades para que o fazer manual se torne um caminho de autonomia e crescimento”, afirma Cintia Cavalcante, fundadora do Instituto Aflora.
O Entrepontos vai além da formação técnica. O programa reúne capacitação, mentorias, encontros presenciais e conexão com o mercado, preparando os participantes para transformar talento em profissão. O público é formado principalmente por mulheres em situação de vulnerabilidade social e financeira, donas de casa que buscam uma nova fonte de renda, mulheres que desejam empreender, artesãos, pessoas em transição de carreira e criativos que desejam gerar renda por meio da costura.
As turmas de setembro serão as duas últimas realizadas em 2026. Para se inscrever, acesse o link.
Para dar continuidade ao projeto e ampliar o número de pessoas atendidas nos próximos anos, o Instituto Aflora busca empresas interessadas em investir em iniciativas de impacto social. O projeto está aprovado para captação de recursos por meio da Lei Rouanet, permitindo que organizações apoiem a formação de novos empreendedores e contribuam para o fortalecimento da economia criativa brasileira.
“O apoio de empresas é fundamental para que possamos ampliar nosso alcance e oferecer novas oportunidades para quem busca reconstruir sua trajetória por meio da costura. Cada parceria representa mais pessoas capacitadas, mais renda gerada e mais histórias transformadas”, destaca Cintia.
Empresas inseridas no regime tributário do Lucro Real podem investir em projetos culturais. Apoiar iniciativas aprovadas pela Lei Rouanet permite direcionar parte do imposto devido para projetos que geram impacto social, cultural e econômico. Além de fortalecer a imagem institucional por meio do apoio à cultura, o investimento aproxima as marcas das comunidades, amplia oportunidades de relacionamento com diferentes públicos e contribui para ações alinhadas às práticas de responsabilidade social e ESG.
As empresas parceiras também passam a associar suas marcas a um projeto que une educação, empreendedorismo e desenvolvimento humano. Entre as contrapartidas estão visibilidade institucional, presença em eventos, produção de conteúdo, conexão com um público segmentado e fortalecimento das estratégias de responsabilidade social e ESG.
Ao longo de sua trajetória, o Instituto Aflora consolidou uma comunidade engajada, promovendo experiências que fortalecem o artesanato como ferramenta de inclusão, geração de renda e valorização da economia criativa. Com as duas últimas turmas de 2026 prestes a começar, a expectativa é ampliar essa rede de transformação por meio de novas parcerias que permitam levar o projeto a um número ainda maior de pessoas.
