Dynamo Fire e Titânio FR foram avaliados pela GTM, organismo acreditado pelo Inmetro, e obtiveram o certificado de conformidade, válido até 2030. Projeto será apresentado durante a FISP 2026, que acontece de 6 a 8 de outubro, no São Paulo Expo
A Santista Work Solution, fabricante de tecidos técnicos de proteção e uniformes profissionais, com quase um século de atuação no mercado, realizou a certificação voluntária de dois tecidos de sua linha de proteção térmica: o Dynamo Fire e o Titânio FR.
A avaliação foi conduzida pela GTM Certificação e Avaliação da Conformidade, organismo acreditado pela CGCRE/INMETRO, com base em normas técnicas de proteção contra riscos térmicos (fogo repentino e arco elétrico). O projeto será apresentado pela GTM durante a Feira Internacional de Segurança e Proteção (FISP) 2026, que acontece de 06 a 08 de outubro, no São Paulo Expo.
Os certificados obtidos para os dois produtos têm validade até 2030 e passarão por auditorias de manutenção periodicamente.
A certificação é voluntária porque, pela legislação brasileira, a obrigatoriedade recai sobre a vestimenta de proteção pronta, e não sobre o tecido. Ao certificar a matéria-prima, a Santista oferece às confecções a conformidade comprovada por terceira parte, algo contemplado pela Portaria 672 do Ministério do Trabalho e Emprego, que regulamenta a certificação de vestimentas de EPI.
“A certificação voluntária reforça o nosso compromisso com a qualidade e com o rigoroso controle dos processos produtivos. A Santista foi pioneira em produzir tecidos retardantes à chama no Brasil, e agora, mais uma vez, é pioneira ao realizar a certificação voluntária para os tecidos da linha Fire Protection. Nossa especialidade é proteger vidas”, declarou Inácio Silva, gerente de Marketing e Produtos da Santista.
AVALIAÇÃO CONTÍNUA
Os tecidos foram avaliados segundo as normas ABNT NBR IEC 61482-2:2023, ABNT NBR 16623:2021 e ABNT NBR ISO 11612:2017, no modelo de certificação conhecido como Sistema 5. Nesse modelo, a avaliação não se limita a um ensaio inicial, o que significa incluir o acompanhamento do processo produtivo e ensaios periódicos para assegurar que o produto fornecido mantenha as características aprovadas. O processo abrangeu as unidades fabris da Santista em Americana e Tatuí, ambas no interior de São Paulo.
BENEFÍCIO ÀS CONFECÇÕES
Para as confecções que produzem vestimentas de proteção, trabalhar com um tecido já certificado significa partir de uma base técnica comprovada, o que tende a tornar mais rápido e seguro o caminho até o Certificado de Conformidade da vestimenta e o Certificado de Aprovação (CA) junto ao MTE.
Foto: Reprodução / Santista Work Solution
