SINGER OBSERVA NA COSTURA NOVOS PERFIS DE CONSUMIDORES E EMPREENDEDORES

Pesquisa da Singer mostra que 1 em cada 3 lares brasileiros possui máquina de costura e que a prática ocupa espaços ligados ao hobby, à criatividade, à geração de renda e a projetos pessoais

Celebrado hoje, 25 de maio, o Dia da Costureira surgiu como uma homenagem a um dos ofícios mais tradicionais da sociedade e ao papel histórico dessas profissionais na geração de renda e autonomia de milhares de pessoas. Hoje, a prática passa por transformações e alcança públicos que vão além do universo profissional.

Uma pesquisa de penetração da Singer mostra que a costura vem ocupando espaços cada vez mais amplos na rotina dos brasileiros. Embora tradicionalmente associada à profissão, a atividade também aparece ligada ao hobby, à criatividade, ao aprendizado e a projetos pessoais. O movimento revela uma presença crescente de pessoas que costuram, mas que muitas vezes não se reconhecem necessariamente como costureiras.

A marca observa esse comportamento em diferentes perfis de consumidores. Entre eles estão pessoas que atuam em áreas como mercado financeiro, marketing, tecnologia, educação e diversos outros setores, mas mantêm a costura presente em suas rotinas como atividade criativa, momento de desconexão ou interesse pessoal.

Dados de um levantamento da Singer mostram que aproximadamente um em cada três lares brasileiros possui máquina de costura, o equivalente a cerca de 23 milhões de domicílios no país. O levantamento também reforça que o uso vai além da atividade profissional. Entre os entrevistados, 40% afirmam utilizar a máquina para produzir roupas para si e para familiares, enquanto 21% associam a costura a hobby, prazer em costurar e benefícios relacionados ao bem-estar e à saúde mental.

NOVOS SIGNIFICADOS PARA A COSTURA

Segundo Concheta Feliciano, diretora de Marketing & E-commerce Latam e Ásia-Pacífico da SVP Worldwide, proprietária das marcas Singer, Husqvarna Viking e Pfaff, a prática passou a ocupar espaços diferentes daqueles tradicionalmente associados ao setor. “A costura deixou de estar associada apenas a uma atividade profissional. Hoje ela também aparece ligada à criatividade, à expressão pessoal e ao interesse por atividades manuais”.

Além do aspecto criativo e pessoal, a costura também aparece como possibilidade futura para muitas pessoas. O que começa como curiosidade ou aprendizado pode ganhar novos significados ao longo do tempo. Para Concheta, o movimento mostra que a atividade passou a ocupar diferentes papéis na vida das pessoas. “Muitas vezes, a costura começa como uma atividade prazerosa e passa a fazer parte da vida das pessoas de maneiras inesperadas. Temos acompanhado histórias de quem começa produzindo algo para uso próprio ou para familiares e passa a descobrir novas possibilidades ao longo do caminho.”

UMA RELAÇÃO CONSTRUÍDA ALÉM DA PROFISSÃO

Entre essas histórias está a de Carolina Cavalcanti, coordenadora de marketing da Singer. A relação dela com a costura começou ainda na infância, acompanhando a mãe produzir roupas e itens para a família. “A costura sempre esteve na minha vida porque minha mãe foi uma costureira de mão cheia. Eu cresci vendo-a conseguir fazer tudo o que queria para ela e para nossa família. Eu queria um vestido e ele surgia. Precisávamos de cortinas e bastava escolher o tecido”, lembra.

Anos depois, já trabalhando na Singer, Carolina decidiu aprender a costurar. “Costura fazia parte do meu dia a dia, mas era como um passe de mágica para mim. Como uma aprendiz de mágico, descobri que posso sim fazer mágica”. Hoje, ela afirma que a prática faz parte tanto da vida profissional quanto pessoal. “Quando estou costurando me sinto muito feliz. É especial ver algo ganhar forma pelas minhas mãos e acompanhar a minha evolução. Para mim, costurar é magia, é transformar sonhos em realidade.”

Histórias dentro da própria Singer também mostram como a costura passou a ganhar novos significados e a se conectar com perfis diferentes. Para Carlos Renato Colnaghi, especialista em planejamento financeiro para América Latina (LATAM), a relação começou pela curiosidade de entender como um tecido se transforma em algo novo. O que surgiu a partir de um curso básico oferecido pela empresa acabou se tornando um hobby. “A costura representa criação, transformação e reconstrução. Para mim, costurar é uma forma de se expressar para o mundo”, afirma. Hoje, ele associa a prática a momentos de calma, desaceleração e construção de memórias.

Já para Roberta Cristina dos Santos de Oliveira, compradora da área de Suprimentos, a costura surgiu ainda na infância por influência da mãe, que utilizava a máquina para fazer pequenos consertos e roupas para a família. O vínculo se fortaleceu após sua entrada na Singer, quando adquiriu sua primeira máquina e passou a explorar novos projetos criativos. “A costura representa liberdade. Me sinto feliz quando estou criando algo, testando possibilidades e deixando a criatividade solta”, conta.

Foto: Divulgação